Epifania: somos uma agência de media relations, conteúdo ou de influenciadores?

De acordo com a Wikipedia, epifania é uma súbita sensação de entendimento ou compreensão da essência de algo. E foi exatamente isso que aconteceu comigo outro dia. Percebi que somos uma agência que entende que relacionamento com a mídia, conteúdo e influenciadores sempre fizeram parte do trabalho de relações públicas. É isso que somos, porque fazemos PR desse jeito desde 2002. E o trabalho com influenciadores tem ficado cada vez mais forte e mais interessante nesse mix. Tenho observado como os times da SMARTPR estão entregando programas de influenciadores para marcas importantes, algumas grandes e consagradas, e outras pequenas e desconhecidas. O que essas marcas têm em comum, é a paixão que despertam em pequenos grupos de pessoas, que adoram expressar o seu amor por elas nas redes sociais. Nossa metodologia de influenciadores, modéstia à parte, me dá muito orgulho. Com uma equipe de pessoas pra lá de criativas, a Karina Barcellos conseguiu reunir inteligência, experiência em PR e conteúdo, um repertório imbatível de referências internacionais e uma boa dose de cultura pop para criar brand experiences que ajudam a construir relacionamentos de alta qualidade para os nossos clientes, no Brasil e na América Latina, reduzindo os investimentos deles em publicidade. Para saber mais sobre o nosso trabalho com influenciadores, entre em contato conosco,...

Gestão de crise: presença nas redes sociais não é opcional

Quais empresas precisam ter presença nas redes sociais? E por presença eu quero dizer uma página no Facebook, uma conta no Twitter, uma página no LinkedIn e, quem sabe, Instagram e Pinterest. Entre executivos das B2Bs ainda há muita dúvida se de fato é necessário estar presente. Ou pior, se é seguro se expor dessa forma. A nossa resposta é o título desse post. Ninguém mais tem opção. Quando acontece uma crise, as redes sociais podem ser usadas para o bem e para o mal. Quanto mais expertise uma empresa tiver para navegar nas redes certas durante uma crise, poderá reduzir o impacto dela. Nas redes sociais, não há tapete para esconder cacos de vidro. Tudo aparece, tudo é comentado e tudo fica gravado, muito rápido. Hoje, uma reputação pode ser destruída com um clique. Como as empresas devem se preparar para enfrentar uma crise diante desse cenário? As nossas dicas não são muito diferentes do que sempre praticamos em crisis preparedness. O que mudou é que agora temos as redes sociais, que podem ser grandes aliadas, se estivermos preparados para usá-las ao nosso favor. Compartilho aqui algumas das ações de crisis preparedness que trabalhamos com nossos clientes: Revisitamos o histórico de crises, o que a empresa aprendeu com elas e o que mudou em função disso. Mapeamos possíveis crises e balizamos posicionamentos jurídicos. Identificamos, segmentamos e analisamos stakeholders. Avaliamos e ajustamos a presença da marca nas redes sociais. Desenvolvemos Playbooks de Crise para as situações mapeadas, com ações específicas para as diversas redes sociais. Treinamos porta-vozes com todas as mensagens definidas nos Playbooks. Finalmente, o título do post do...

Sem pisar na bola na hora de fazer um pitch

Fazer um pitch, ou sugestão de pauta como dizemos por aqui, todo mundo faz. Mas existem dicas bacanas pra evitar as mancadas mais comuns que acontecem em um #badpitch.   Fazer pitches é praticamente o arroz com feijão em PR.  Mesmo assim, não faltam comentários dos jornalistas em um simples papo informal, no Facebook ou no Twitter, sobre os pitches ruins que eles recebem frequentemente.  Tem até blog exclusivo sobre o assunto, como o americano Badpitch, que aliás faz isso com uma boa pitada de humor. Então, pra não cair em ciladas na hora do pitch, reuni aqui cinco pontos super importantes:   1. Você sabe com quem está falando?  A regra de ouro em PR é conhecer o seu público, certo? Então, mãos à obra: é preciso pesquisar. Mais do que o veículo, tem que saber sobre o jornalista, o que ele cobre, quando foi a última vez que ele escreveu sobre o assunto, qual ângulo pode ser mais interessante, como ele prefere ser abordado. E vale olhar também o Twitter, o Facebook  e o LinkedIn dele, é claro. 2. Genéricos não servem, obrigada!  Nada de enviar aquele e-mail genérico, sem coração e sem alma – tudo tem que ser super personalizado, do nome do jornalista ao contéudo.  Sempre é bom redobrar o cuidado pra não confundir ou escrever errado o nome  do jornalista na hora de enviar o pitch. Afinal, ninguém quer começar mal a conversa, não é? 3. Erro de gramática?! Ui, sem comentários…  Simplesmente não dá pra queimar o filme com erro de gramática ou de digitação. Tem que ler e reler, muitas vezes! Ah,...

CASE: Ericsson na Futurecom 2014 – integrar assessoria de imprensa com social media fez toda a diferença

Nas nossas reuniões de new business, eu costumo dizer que a Ericsson é um dos nossos clientes dos sonhos. A multinacional sueca é uma das poucas empresas que podem dizer que há décadas – e não desde que virou moda – investem tempo, recursos e dedicação em produzir conteúdo original, inovador e indiscutivelmente útil para os seus clientes, e a distribuir esse conteúdo em uma rede de canais cirurgicamente coordenada e alimentada. Há quatro anos, a Ericsson, em uma das melhores sacadas da história do branded content, abraçou e tomou para si o tema Sociedade Conectada: uma visão de mundo em que a conectividade é o ponto de partida para novas formas de inovar, colaborar e conviver. Ela significa liberdade, autonomia e a oportunidade de transformar setores da economia e dilemas globais, como educação e saúde, por meio das Tecnologias da Informação e Comunicação, as TICs. E por meio de muita pesquisa, estudos, whitepapers, vídeos, relatórios, a Ericsson mune seus clientes, como nenhuma empresa do setor, de informação riquíssima sobre as tendências, desafios e oportunidades dessa Sociedade Conectada. Precisa saber como o m-commerce está evoluindo na América Latina? Acesse o report Insights Latam. Interessado na previsão e nos efeitos da chegada do 5G no Brasil? A Ericsson tem a resposta. Sorte nossa poder trabalhar com esse cliente extraordinário. Caso contrário, não teríamos essa história de sucesso incrível para contar aqui no blog. No mês passado, participamos ao lado da Ericsson da Futurecom 2014, o maior evento anual de Tecnologias da Informação e Comunicação da América Latina, e um dos mais importantes para a empresa na região. Comprometida com sua...

O press release morreu? #sqn

Nessa discussão clássica em assessoria de imprensa, vou direto ao ponto: não, gente, o press release não morreu. Pelo contrário, demos um “up” nele. Aqui na SMARTPR, por exemplo, fazemos e distribuímos muitos press releases, para clientes de setores diversos, brasileiros e internacionais. É claro que uma estratégia de assessoria de imprensa vai muito além de press releases, com um mix de atividades como entrevistas exclusivas, pitches exclusivos, infográficos, press kits especiais, artigos assinados e ações de relacionamento, entre outras coisas. Vale lembrar ainda que existem regras para a comunicação oficial de empresas listadas em bolsas e o press release faz parte disso. E nem precisa dizer que a gente procura tomar o maior cuidado pra não virar aquela chatice de textos de press releases sem notícia e sem graça, que os jornalistas deletam sem abrir nas caixas de e-mails. Mas o principal ponto é que, hoje, press release bom é press release integrado aos canais próprios da empresa. Isso quer dizer que o press release é uma das partes de uma estratégia de conteúdo maior, que pode incluir posts no blog, Facebook e Twitter, além de Instagram e Youtube, por exemplo para o lançamento de um serviço ao consumidor final. E os recursos para os jornalistas, consumidores, influenciadores e demais públicos devem ser abundantes, incluindo vídeos, fotos bacanas e hashtags estrategicamente pensadas. Dessa forma, a gente consegue aumentar as chances de o conteúdo chegar aos olhos dos stakeholders, onde quer que eles estejam – seja com uma matéria na versão digital de um jornal que inclui o vídeo sobre o lançamento, um post compartilhado do Facebook ou um Retweet....

O que é SMARTPR? É PR que funciona: conteúdo, cobertura e mídia paga

É fato: existe uma guerra sendo travada pela atenção dos seus clientes, parceiros e prospects – as ferramentas de busca, blogs, redes sociais e aplicativos estão dando às pessoas todos os argumentos de que precisam para passar batido pelas publicações impressas e online e usar apenas agregadores de conteúdo personalizado. E as batalhas dessa guerra não são mais por tráfego, mas por leitores e seguidores verdadeiros, por um público que realmente ajuda a sua marca a crescer. Quer um exemplo? Vamos imaginar que o Pedro, esse aí do lado, é um gerente de TI encarregado de comprar equipamento de infraestrutura para a empresa em que trabalha. Antes de 2005, as marcas e suas assessorias de imprensa só usavam a mídia tradicional para transmitir suas mensagens ao Pedro. Nós enviávamos e emplacávamos pautas nos veículos e esperávamos que o Pedro lesse ou assistisse. As marcas também investiam pesado em seus websites, e esperavam que o Pedro entrasse neles depois de ver um anúncio na TV, na mídia impressa ou na Internet. Em 2014, continuamos a vender pautas, mas também produzimos conteúdo para tentar encontrar o Pedro onde quer que ele esteja, principalmente online. Estudos mostram que, hoje, o Pedro passa 47% do tempo que dedica a se manter informado navegando nas plataformas sociais, e só 3,5% do tempo lendo notícias nos veículos tradicionais. Pessoas como ele são compradores invisíveis, que se informam por si próprios, que usam exaustivamente os mecanismos de busca e as redes sociais, e que só entrarão em contato com a sua equipe de vendas quanto já tiverem 60% da decisão tomada, com base na pesquisa que...

CMW 2014: vale a pena participar de eventos internacionais de conteúdo?

Na ida, foram quase 18 horas de voo entre três aeroportos diferentes. Na volta, foram mais 16 horas e algumas escalas. O custo, incluindo passagem, hotel e o valor da inscrição, chega aos cinco dígitos, isso sem falar nas horas de trabalho desviadas para passar quatro dias “em retiro”, aprendendo, conversando e refletindo. Então, será que tudo isso valeu a pena para participar do Content Marketing World/ CMW 2014, em Cleveland? A resposta fácil é: Nossa, e como valeu! E aqui vão os dez principais motivos pelos quais eu faria tudo de novo – menos marcar o meu voo de volta para Nova York no dia 11 de setembro, que, pensando bem, é só pra quem não tem um pingo de superstição: 1. Viajar é preciso Mesmo que seja para uma cidade pequena e fora do mapa internacional como Cleveland. Entre os americanos, a piada era constante: uma brasileira ir a Cleveland equivale a um americano vir ao Brasil para participar de um evento em Ribeirão Preto. Mas na nossa profissão, viajar é fundamental para colher referências, ampliar horizontes – perdoem o chavão – e simplesmente saber e entender mais do mundo. Em Cleveland, vi o Lake Erie pela primeira vez, e sonhei acordada com nadar dali até o Canadá. Conheci pessoas extremamente doces e aprendi a chamá-las de “honey” e “sweetheart”. Ganhei uma nova amiga de infância que mora em Bogotá e cresceu em Tel Aviv, e que me contou tudo sobre como é viver nessas cidades. Tudo isso não tem preço para gente como a gente, que vive de contar histórias. 2. Acesso direto aos principais thought leaders...

Storytelling: o lado sexy de PR

Para quem está começando a carreira em PR, aprender a transformar conteúdos corporativos em histórias irresistíveis pode ser um grande desafio. Como transformar o anúncio de uma nova “solução” de qualquer coisa em conteúdo interessante para jornalistas, blogueiros, twiteiros, e compartilhadores de plantão no Facebook e no LinkedIn? Todo mundo sabe contar histórias na pessoa física. O difícil, é contar histórias de caso pensado, para influenciar alguém a se interessar pelo assunto que você está vendendo. Se fosse fácil, as empresas não precisariam contratar agências de PR. Storytelling é a ferramenta mais SMART do nosso toolbox. E no final das contas é a parte mais divertida do trabalho. Adoro ver a alegria de quem está começando em PR, quando um jornalista se interessa por uma história bem contada ou quando um tweet ou post no Facebook bomba. Nas nossas sessões de media training, um dos exercícios que fazemos é ajudar o porta-voz a encaixar histórias em suas entrevistas. Nos vídeos gravados, a gente percebe como uma entrevista pode mudar da água para o vinho com uma história bem contada. Embora a arte de contar histórias não seja novidade, o mundo corporativo começou a falar nisso apenas nos últimos 10 anos. Semana passada o blog Ragan PR Daily publicou um infográfico mostrando a evolução da técnica, desde a Era das Trevas, pré-tudo, até 2014, quando tudo virou conteúdo e espaço para publicar muitas histórias, inclusive relógio e óculos. Com tanto conteúdo e tanto espaço, ganha quem souber contar as melhores histórias no momento certo, com o encaixe...

Tem clientes brasileiros? Você precisa, sim, de blog, Facebook, LinkedIn e Twitter em Português

Admito que não precisei pesquisar muito para escrever esse post: no Google chovem resultados quando se busca por dados sobre a proficiência (ou melhor, a falta de) dos profissionais brasileiros em inglês. São matérias doValor, da Exame, e de outros veículos importantes que alertam para o fato de que, sem melhorar o inglês, o país não vai longe. Um dos estudos mais reconhecidos sobre o tema, o Índice de Proficiência em Inglês (EPI), da English First, revela na sua versão de 2013 que o Brasil está em 38o lugar no ranking mundial, o que nos encaixa na categoria da “baixa proficiência”. Em outro estudo bastante citado, o da GlobalEnglish, uma empresa de cursos de inglês para negócios, dentre os 78 países analisados, o país ficou na 70ª posição, e com nota abaixo da média da América Latina. Se o Brasil quisesse se matricular na Cultura Inglesa, entraria no nível básico/iniciante. O impacto disso sobre a produtividade, atratividade, competitividade e outras “dades” das empresas brasileiras e das multinacionais instaladas aqui é óbvio, mas quanto a isso há pouca coisa que nós, enquanto agência de PR, possamos fazer. O que nos preocupa é que muitas vezes as empresas acreditam que não precisam incluir na sua estratégia de Owned Channels (blogs e canais da marca nas mídias sociais) conteúdo em português. Nesses casos, a gente não tem medo de errar na hora de recomendar que, se você tem clientes brasileiros, precisa, sim. Com as pesquisas sinalizando que apenas 7% dos executivos brasileiros têm fluência em inglês (EPI), que 74% dos profissionais brasileiros já perderam dinheiro por causa de dificuldades na comunicação em inglês, que mesmo...

A revolução do marketing de conteúdo e o que isso tem a ver com PR

Todos os dias, nos artigos e posts sobre o mundo da comunicação, tem algo sempre muito presente: a referência ao momento de profunda transformação que vivemos, para as empresas e as marcas, tudo resultado do novo jeito de se conversar que surgiu com as mídias sociais e o marketing de conteúdo. Mas, afinal, o que está no centro dessa transformação? E o que PR tem a ver com isso? Segundo um artigo recente da Harvard Business Review, a resposta pode ser resumida em uma palavra: conteúdo. Hoje, 9 em cada 10 empresas fazem marketing de conteúdo, ou seja, vão além dos esforços de vendas e valorizam suas marcas publicando informação que ajudam, inspiram ou divertem seus clientes e seguidores. E no centro disso, de acordo com a HBR, está a criação e o compartilhamento de conhecimento e de ideias pelas empresas. E é verdade. No “mercado da pedra”, a receita tradicional dizia que as empresas deveriam proteger seus conhecimentos. Todo e qualquer dado era considerado informação competitiva, e quem fosse ingênuo o suficiente para compartilhar o que sabia estaria, em última instância, ajudando a concorrência ou diminuindo a relevância do seu produto ou serviço. Mas com a Internet, as mídias sociais e o conhecimento despontando em todas as direções, a ilusão de que manter o cliente refém da falta de conhecimento faz ele comprar o seu caiu por terra. Somos parte de um mundo inteiramente novo, em que o conteúdo de marketing dá um propósito maior às marcas. De meras vendedoras, passaram a ser referência intelectual – por que não, já que conhecem seu trade como ninguém? – e...

Sobre a SMARTPR

Fundada em 2002, a SMARTPR é uma agência boutique localizada em São Paulo e formada por um grupo de profissionais de RP apaixonados, criativos e globalmente conectados.

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